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Agenda

Festival Sete Sóis Sete Luas 2009

Sexta-Feira, dia 10 de Julho de 2009 até Sábado, dia 15 de Agosto de 2009

Local: Forte Santa Catarina



Festivais


FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA
 
ESPECTÁCULOS



JULHO
10
GUSTAFI (Croácia), 9 músicos em palco.
A banda foi fundada em 1990, em Vodnjan, pequena cidade da região da Croácia, na costa adriática norte. Ao longo da sua carreira, lançou 7 álbuns (o 7º foi lançado este ano) e conta com mais de 1100 concertos ao vivo.
De acordo com o crítico Sven Semencic, “Gustafi são ao mesmo tempo uma sensação estritamente regional e o produto mais completo da música do mundo de fabrico caseiro”.
Os espectáculos ao vivo da mais ambiciosa e melhor sucedida banda croata são baseados numa mistura de música autêntica, aparentemente impossível - de tal modo que até David Byrne, impressionado, juntou-se à banda no palco, durante um dos concertos de Gustafi em Zagreb, dando vida a um espectáculo fantástico e inesquecível.
Estreia nos Açores.


177SÓISORKESTRA (Mediterrâneo), 7 músicos em palco.
Esta produção original, idealizada pelo Festival SSSL, conta com a participação de 7 prestigiados artistas provenientes das mais diversas culturas musicais enraizadas nos países da Rede Sete Sóis Sete Luas. Os vários espíritos do Mediterrâneo reúnem-se nA 7SóisOrkestra, sete artistas, provenientes da Andaluzia, de Marrocos, de Israel, de Portugal e da Itália, com a direcção musical a cargo do poliinstrumentista Stefano Saletti.
A fadista Margarida Guerreiro (Portugal) o violinista Jamal Ouassini (Marrocos), o flautista Eyal Sela (Israel), o guitarrista de flamenco Miguel Angel Ramos (Andaluzia), o baixista Mario Rivera (Sicília), o percussionista Massimo Cusato (Calabria).
O repertório da 7SóisOrkestra harmoniza músicas tradicionais, composições originais e novos arranjos já editados, dos diversos países. Um longo e fascinante percurso, que visita o fado português, a “bulerie flamenca”, os ritmos do sul da Itália, as melodias árabe-andaluzas, os temas sefarditas e o canto em Sabir, antiga língua que unia os povos do mediterrâneo.
Pedrag Matvejevic, intelectual e escritor croata, escreve: “Não existe uma única cultura mediterrânica: mas várias culturas no seio de um só Mediterrâneo”. Produção original do Festival Sete Sóis Sete Luas.
Estreia nos Açores.
18 CACAU BRASIL (Ceará, Brasil): 7 músicos em palco
Cantor, compositor e artista visual, Cacau Brasil é - como gosta de destacar - um estudioso da cultura popular brasileira, com a qual se identifica desde criança. Mineiro de Viçosa, radicado no Ceará, mas curtido na Paulicéia, onde passou sua adolescência, Cacau tem mantido contactos com músicos, poetas, repentistas e ícones da cultura nordestina. A música popular brasileira cantada por Cacau insere-se num contexto contemporâneo e absorve variada gama de ritmos oriundos do maracatu, do coco, do carimbó e do frevo, entre outros. Cacau se propõe a levar a riqueza e a diversidade da música brasileira aos quatro cantos do mundo, difundindo a alma, os sons, histórias e alegrias do povo
brasileiro.
Estreia nos Açores.
AGOSTO
8
LA GIALLETTA (País Basco/Itália/Portugal)
«A música da cozinha mediterrânica». 6 músicos em palco com comida mediterrânea para o público. E' um projecto original do Festival Sete Sóis Sete Luas que apresenta músicos de diferentes Países do Sul da Europa: Mimmo Epifani, grande virtuoso italiano do “mandolino” (bandolim), as jovens revelações Maika e Sara Gomez, irmãs gémeas que tocam a típica percussão basca, a txalaparta, Giandomenico Ciaramia, percussionista e “chef” da cozinha e José Barros, leader do grupo Navegante. A noite ambiciona ser mais do que um excepcional diálogo de músicas mediterrânicas, já que no final vai envolver directamente o público, ao qual será oferecida uma comida pan-mediterrânica preparada durante o concerto.
Estreia nos Açores.
15 – PICCOLA BANDA IKONA (Mediterrâneo): 7 músicos em palco
A Piccola Banda Ikona e a sua música são uma grande homenagem ao Mediterrâneo, às suas culturas, às suas contradições. O seu primeiro Cd: “Stari Most”, de 2005, entrou na lista das melhores obras do ano, segundo a World Music Charts Europe. A banda apresenta um espectáculo cantado em Sabir (palavra que significa “saber”), uma antiga língua mediterrânica que juntava vários idiomas: italiano, francês, espanhol, árabe. Era o pidgin mediterrânico, árabe e latino, alíngua que se falava nos portos, durante as transacções comerciais, portanto a língua do diálogo inter-cultural.
Estreia nos Açores.
22 HORAS | ENTRADA LIVRE | BAR
Organização do Município das Lajes do Pico, CULTURPICO, EEM e Associação Cultural Sete Sóis Sete Luas.
O CONCELHO DAS LAJES DO PICO TEM O EXCLUSIVO DO SETE SÓIS SETE LUAS NOS AÇORES.
Fonte:
Sete Sóis Sete Luas.
http://www.municipio-lajes-do-pico.pt/paginas.asp?id_sec=78&idDestaque=261

 



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